quinta-feira, 31 de março de 2011

Chinesa JAC Motors inicia venda no país com 46 concessionárias



http://www1.folha.uol.com.br/mercado/890255-chinesa-jac-motors-inicia-venda-no-pais-com-46-concessionarias.shtml

TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO

A chinesa JAC Motors abre hoje 46 concessionárias em 28 cidades brasileiras com a meta ambiciosa de vender 35 mil carros até o final deste ano e conquistar 1% de participação de mercado.
Para atingir esse objetivo, os investimentos chegam a R$ 380 milhões, dos quais R$ 145 milhões em mídia, incluindo uma campanha com o apresentador Fausto Silva.
A "garantia de parachoque a parachoque" de seis anos, nas palavras de Sergio Habib, presidente do grupo SHC, importador oficial da marca, é outro diferencial, já que inclui todos os itens do carro que apresentem defeito de fabricação nesse período.
"O maior problema para qualquer marca nova se implantar no Brasil é a rede de distribuição", afirma o empresário, que foi responsável também pela chegada da francesa Citroën.

Editoria de Arte/Folhapress
Das 46 lojas, 35 são do grupo, que chega então a 83 concessionárias. "É um número muito alto [de lojas próprias], mas é muito duro você convencer dezenas de empresários a abrir concessionárias sem nunca ter vendido um carro antes", justificou. A marca terá ainda pontos de venda em 54 shopping centers espalhados pelo país.
Segundo Ayrton Fontes, consultor especializado no segmento de varejo de veículos, a garantia de seis anos é a maior oferecida no país, porém pode não ser "um atrativo suficiente". Mas, acrescenta, é uma estratégia válida "devido à desconfiança com os carros chineses".
Divulgação
J3, da JAC Motors, que inicia operação no Brasil hoje
J3, da chinesa JAC Motors, que custa R$ 37.900 no Brasil
Para Sergio Reze, presidente da Fenabrave (federação das concessionárias), "é muito natural que um novo jogador queira se diferenciar dos outros", mas recomenda: "O consumidor deve ler com atenção o que está no manual do proprietário".
Habib contabiliza que foram feitas 242 modificações para adaptar os modelos J3 (R$ 37.900) e o sedan J3 Turin (R$ 39.900) "ao gosto do consumidor brasileiro". "Mudamos suspensão, borracha de porta, limpador de parabrisa, regulagem de motor e aumentamos o tanque de combustível", exemplifica.
Ambos terão versão única no país, com, por exemplo, airbag duplo, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, freios ABS, ar condicionado e suspensão traseira independente.
No ano passado, as sete chinesas presentes no país venderam 17,3 mil unidades. Neste ano, mais duas, Brilliance e Haima, vão entrar nessa conta.

sexta-feira, 25 de março de 2011

MUDANÇA NA LOGOMARCA O BOTICÁRIO- RETIRADA DA REVISTA EXAME


O Boticário: mudança busca acompanhar perfil das consumidoras
São Paulo - Após 34 anos no mercado brasileiro, o Boticário muda comunicação visual e anuncia novo posicionamento, cujo objetivo é fortalecer a marca entre seus consumidores.

A primeira novidade é a mudança na logomarca, que deixa de lado o tradicional verde e passa a ter várias combinações de cores e formas mais modernas. Também passa a adotar a letra B como ícone da marca.

De acordo com Andréa Mota, diretora de marketing e Vendas do Boticário, a novidade é resultado de mais de dois anos de pesquisas realizadas com os consumidores, além de um estudo qualitativo e quantitativo feito com o público feminino especificamente.

As pesquisas revelaram que hoje a consumidora do Boticário tem mais atitude, é mais vibrante e otimista nas suas ações. É uma mulher que se preocupa com a beleza mas sem exageros e que equilibra valores profissionais e pessoais em busca de harmonia.

A diretora explica que mais do que novas formas e cores, a logomarca do Boticário traduz valores e a experiência conquistada nesses 34 anos. Segundo Andréa, a nova logomarca tem a missão de ser sofisticada, atender esse novo perfil das consumidoras, ser mais moderna, sem deixar de lado o valor da marca que se tornou a maior rede de franquias de perfumaria e cosméticos do mundo

Coca Cola Comercial - "Reasons To Believe" - "Existem razões para acredi...


Com esse vídeo é possível verificar o trabalho que o pessoal de marketing dedica para que possamos além de apreciar o comercial nos emocionarmos também.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O mistério do Galocha!!!

Notícias > JP2 > JP2 07/02/2011 - ONEIDE TEIXEIRA

É fila pra cachorro
Herdeiro de uma tradição familiar, Dog do Galocha provoca filas na Honorato


Desde o início do ano, em quase todas as quentes noites cachoeirenses forma-se uma longa fila na Praça Honorato Santos. São os clientes do Cachorro do Galocha, uma das únicas carrocinhas de cachorro-quente da cidade ainda em atividade. O movimento tem chamado a atenção da comunidade e atraído cada vez mais curiosos para experimentar o lanche feito pelo empresário Renato Teixeira de Souza, de 54 anos. É ele mesmo quem prepara os cachorros-quentes com recheio e molho fartos, salsicha tradicional ou calabresa, nos tamanhos mini ou grande.

Um dos pontos altos da preferência da clientela é a higiene de Galocha. Ele até tem um assistente, Matheus Trindade, que é responsável exclusivamente por receber o dinheiro e entregar o troco aos clientes. “Prezo muito pela higiene, refrigeração e conservação dos ingredientes, por isso não pego dinheiro quando estou trabalhando”, destaca Renato. Ele diz que o segredo do sucesso e das filas, que já chegaram a 30 clientes, é a sua experiência. Renato atua no ramo desde criança, acompanhando o pai Sílvio Teixeira de Souza, o Galocha, que foi pioneiro em trabalhar com carrocinhas de lanches em Cachoeira do Sul.

HISTÓRIA - Sílvio Galocha começou a tradição familiar em lanches em 7 de setembro de 1952, vendendo pipoca no desfile cívico militar da cidade. Logo após, começou a vender cachorro-quente e ensinou o ofício para o filho Renato. “Viajávamos com nossas carrocinhas por todo o estado. Na época, eu era chamado de Galochinha. Aprendi muito com meu pai, por isso batizei meu novo ponto comercial com o apelido dele”, revelou Renato, que também é proprietário da Lancheria Expresso 2000, administrada por sua esposa, Leontina Lopes de Souza, na Rua David Barcelos.

Como decidiu investir na carrocinha, Renato Galocha está devolvendo para a Prefeitura os quiosques da Expresso 2000 da Praça Honorato. Ele havia vencido a licitação para administrar o ponto em 2007.

REGISTRO
Essa reportagem foi sugerida através do e-mail jp@jornal dopovo.com.br pela leitora Salete da Silva Carpes

SERVIÇO
Dog do Galocha
>> O bufê da carrocinha tem acompanhamentos como queijo ralado, molho de pimenta, azeite extravirgem, batata palha e tempero verde. O cliente pode escolher o que vai ou não dentro do cachorro.
>> Os valores vão de R$ 2,50 a R$ 5,00.
>> Souza trabalha de terça a domingo, a partir das 18h


Reportagem extraída do site do Jornal do Povo de 7 de fevereiro de 2011.

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Qual o segredo do cachorro-quente do Galocha?
- O preço?
- A qualidade?
- O atendimento?
- A divulgação?
- O sabor?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Todos os passos do pata negra, o finíssimo jamón espanhol

http://comida.ig.com.br/todos+os+passos+do+pata+negra+o+finissimo+jamon+espanhol/n1237721064274.html

Quem não provou provavelmente já ouviu falar do presunto pata negra. Caro, em comparação com outros embutidos, e com um sabor peculiar que denuncia como é a criação do porco e de que forma ele se alimenta. A região da Extremadura, no sudoeste da Espanha, concentra 80% da produção deste que é um dos melhores presuntos crus do mundo. Seu nome "oficial" é jamón ibérico de bellota (bolota), e ele é produzido também nas províncias de Huelva, na Andaluzia, e de Salamanca, na região de Castela e Leão. O presunto, suave, adocicado, é extraído de uma raça de porcos ibéricos criados livres no pasto, comendo bolotas – frutos de casca dura parecidos com castanhas. Eles caem dos azinheiros (as mesmas árvores das quais se extrai a cortiça). O porco é um espécie diferenciada de cerdo de pêlo eriçado e pés pretos, conhecido mundialmente como pata negra.


Da criação dos porcos, passando por abate, tempero, tempo de cura e modo de servir, tudo é rígido e tradicional. Quase um ritual. O presunto cru é feito do pernil traseiro do porco, salgado e curado de forma natural e esse processo dura de 28 a trinta meses após o abate. Nesse tempo, a carne ganha sabor, textura e aroma. As fibras finas e de um vermelho rosado são entremeadas pelo branco da gordura. O sabor é amendoado e apenas levemente salgado.


As características da região onde os porcos são criados ficam marcadas como memória na carne. "Como o terroir para os vinhos, a vegetação - que corresponde a mais de 2 milhões de hectares das montanhas de Aracena e Extremadura - confere aos presuntos e embutidos de suínos características peculiares", dizem os autores Sharon Tyler Herbst e Ron Herbst no livro The Deluxe Food Lover's Companion.


A produção dos curados ibéricos é artesanal. Receitas que antigamente tinham o intuito de salgar as carnes para conservá-las para os dias difíceis de inverno, passaram de pai pra filho. Hoje, mesmo com a modernização de algumas etapas da fabricação – como o uso de câmaras de temperatura controlada para a cura – a diferença deste para outros produtos de origem suína começa na criação dos porcos ibéricos.


Além da garantia de pureza da raça, o gado tem de ser criado solto e se alimentar à base de Bellota (bolota). Uma espécie de castanha similar à avelã. “Durante a engorda, os animais, já com 14 meses, se alimentam somente desses frutos. São mais de 10 quilos por dia, o que confere o sabor adocicado e acrescenta à carne uma gordura suave proveniente dos óleos finíssimos da castanha”, explica o chef Fábio Andrade, do restaurante paulistano Arola Vintetres, que mescla à cozinha espanhola contemporânea elementos tradicionais da culinária do país. Depois da engorda, ao atingir 180 quilos, o porco chega ao ponto de abate. É quando começa a segunda fase do processo de produção que compreende salga, secagem e maturação da carne.


O jamón ibérico de bellota é certificado por lei pela União Europeia, com regras de Denominação de Origem Protegida (DOP). Isso significa que toda a cadeia produtiva, desde a criação dos animais à maturação da carne, passa por fiscalização técnica que garante que cada produto saia sempre com o mesmo padrão de qualidade. Um quilo de pata negra chega a custar 350 reais, sendo que a peça (um pernil de oito quilos) pode valer até 5 000 reais no Brasil. A produção limitada, por causa da criação restrita de suínos dessa raça, contribui para que o produto seja ainda mais valioso.


Ao lado de outras especialidades de porco ibérico de bellota, o jamón compõe a nobreza dos frios espanhóis. Produtos que conservam métodos de produção seculares e surpreendem paladares no mundo todo. Conheça as particularidades de alguns desses produtos e dicas de como apreciá-los à moda espanhola.


Antes, porém, o vinho


O vinho ideal para acompanhar o jamón e outros embutidos ibéricos (chorizo, fuet, lombo) é o jerez. Um vinho fortificado típico da Andaluzia, tradicionalmente servido com presuntos na Espanha devido ao seu sabor pungente e marcante. A harmonização, nesse caso, é por similaridade e mais ainda por regionalidade, já que a vegetação, o clima e o solo espanhol são marcantes na produção das carnes, bem como o terroir para o vinho. Combina perfeitamente com a gordura do presunto, devido ao sabor penetrante e certa picância que ajudam a aguçar o paladar. Deve ser servido bem gelado e fresco.






Foto: David Santos Jr./Foto ArenaAmpliarAlém do presunto, outros embutidos, como chorizo, lombo e fuet, são feitos a partir do porco ibérico, o famoso pata negra
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Jamón (presunto) ibérico de bellota


O presunto pata negra é o rei entre os produtos ibéricos. "Para os espanhóis, é quase sagrado", lembra o chef Fabio Andrade, que morou na Espanha, onde trabalhou com seu atual mentor, Sergi Arola. O jamón é feito a partir do pernil traseiro do porco alimentado de bolotas, ervas selvagens, gramíneas e outras plantas perfumadas. Essa dieta calórica e aromática empresta à carne notas de amêndoas e um tom adocicado, além de entremeá-la com a típica gordura marmorizada, entre as fibras.


Depois de abatido o porco, o pernil é limpo. São retirados veios e tendões. Na sequência, a peça é encaminhada para a salazón (salga) com sal marinho. Mais suave que outros presuntos curados, o ibérico recebe cerca de 30% menos sal, o que permite a desidratação, mas dá ainda mais espaço às notas adocicadas. “O tempero pode variar de acordo com o produtor. Alguns acrescentam especiarias, mas o comum é usar apenas sal para não adulterar o sabor”, conta Andrade. A peça é lavada para tirar o excesso de sal e segue para a secagem. Em uma câmara em temperatura de aproximadamente 15 graus, inicia-se a maturação. “É nessa fase que se acentua o sabor da carne e que a gordura da superfície penetra entre as fibras. Quanto maior o tempo de cura melhor o resultado”. O Jamón Ibérico costuma ficar na cura no mínimo 24 meses e no máximo 36 meses.


Para captar a verdadeira essência do Jamón Pata Negra, ele deve ser consumido puro, na temperatura ambiente. Como já foi dito, isso permite identificar com mais clareza o sabor amendoado, misto de salgado e doce e a textura macia. “Quando se corta a peça em temperatura ambiente a gordura começa a derreter deixando um brilho na carne”. Essa gordura, proveniente dos óleos das amêndoas, é do tipo presente nos azeites extravirgens, que, com moderação, não obstrui as artérias.


O jeito certo de cortar a peça é na transversal na direção paralela ao osso. “O objetivo é respeitar a posição da fibra da carne e não adulterar a textura”, avisa o chef . Na máquina de frios, por exemplo, isso se perde. “Para os espanhóis mais puristas o corte errado altera inclusive o sabor da carne”.


O pata negra dispensa temperos. No máximo, pão de centeio esfregado em tomate para acompanhar, como fazem na Catalunha. Os puristas espanhóis sentiriam calafrios só de ouvir falar em cozinhar um pata negra, mas os ossos são muito usados para fazer caldos que enriquecem alguns tipos de arroz, sopas e ensopados. “Na Espanha, é muito comum o consomé de jamón com ervilhas”, acrescenta o chef.


O preço do quilo do Jamón Ibérico de Bellota chega a custar 350 reais, sendo que a peça (um pernil de oito quilos) pode valer até 5 000 reais.




Foto: David Santos Jr./Foto Arena
O lombo ibérico de bellota é feito desse corte inteiro do porco e tem menos gordura que o presunto


Lomo (lombo) ibérico de bellota


Assim como o jamón ibérico de bellota, o lomo, ou lombo, é obtido do porco ibérico. É feito desse corte inteiro do porco. “Como a peça é mais magra que o pernil, o resultado é um presunto curado bem menos gorduroso”, anota Andrade. No preparo, depois do corte e tratamento da carne vem a salga, que nesse caso pode incluir temperos como azeite de oliva, alho, sal, orégano, noz-moscada e pimentão espanhol. A peça então é envolvida em pele natural ou em cera artificial que forma uma película protetora em torno da carne. Essa capa dá à peça o efeito espiral da gordura branco-amarelada.


O tempo de cura do lombo é menor que o do presunto, até porque a peça é bem menor, pouco mais de um quilo. Três meses após a salga já está pronto para o consumo. O lombo tem coloração vermelho-alaranjada e um sabor intenso das especiarias da marinada, que, depois de um tempo, cede lugar ao misto de salgado e doce da carne do cerdo. A textura é macia, porém mais firme devido à menor quantidade de gordura.


Cada 100 gramas de lombo fatiado chega a custar 40 reais no Brasil. Uma peça pode sair por 200 reais.


É tipicamente servido puro em fatias finas, como petisco em temperatura ambiente. Por seu sabor exuberante não requer acompanhamento. Por ser uma peça sem osso, inteiriça, pode ser cortada na transversal da fibra. Para acompanhar, pães e torradas, mas jamais limão, que cozinha a carne e anula o sabor.




Foto: David Santos Jr./Foto Arena
Diferente dos conterrâneos, feitos de partes inteiras do porco, o chorizo tem como base a mistura de cortes selecionados das carnes. Pode ser apimentado


Chorizo ibérico de bellota (picante e não picante)


Ao lado do jamón e do lombo, o chorizo ibérico de bellota é feito também da raça exclusiva de cerdos ibéricos alimentados basicamente de bolotas. Mas diferente dos seus conterrâneos que são feitos de partes inteiras do porco, o chorizo resulta da mistura de cortes selecionados das carnes restantes. Seguindo, é claro, a filosofia de toda a produção do ibérico de bellota.


Depois de separada, a carne do porco é cortada em pedaços desiguais e condimentada com sal, alho, ervas e páprica, a responsável pelo sabor defumado e a cor avermelhada típica dos chouriços espanhóis. Há versões picantes, envolvidas em pimenta do reino preta, e sem pimenta. O tempero varia de acordo com a receita dos produtores, geralmente em segredo. “Há chorizos ibéricos de bellota temperados com apenas vinho e pimentón”.


Na sequência, a mistura é embutida em tripas naturais e curada por dois e quatro meses de acordo com o desejo do produtor. Quanto maior o tempo de cura, mais firme e seca fica a carne. Pode ser defumado ou não. A cor vermelho-escura é pontuada por pequenos grânulos de gordura que derretem na boca emprestando uma textura macia à carne. É oleoso, e tem o sabor acentuado de carne que equilibra perfeitamente com a pimenta e o defumado das especiarias.


O preço chega a 200 reais, o quilo.


O chorizo ibérico de bellota deve ser servido em temperatura ambiente cortado em fatias finas. Idealmente usado como petisco.




Foto: David Santos Jr./Foto Arena
Embutido típico da Catalunha. Bem fininho, revestido com uma capa de pimenta-do-reino preta, é feito a partir da carne de porco ibérico


Fuet


Esse é um embutido típico da Catalunha. Bem fininho, revestido com uma capa de pimenta-do-reino preta. Também feito a partir da carne de porco ibérico alimentado que come as famosas bolotas. Não leva condimentos, nem especiarias. O tempero se resume ao sal para que o sabor da carne se aflore junto à textura dos grânulos de gordura.


A carne processada é ensacada em uma tripa natural de diâmetro menor que o do chorizo ibérico. O que faz com que o sabor fique ainda mais acentuado e ressaltado pela picância da crosta de pimenta. O processo de produção também requer secagem e cura que leva entre três e quatro meses. Quanto maior o tempo de cura, mais seca e vermelho-escuro se torna a carne.


Custa, em média, 200 reais o quilo.


Como o chorizo ibérico de bellota, o fuet deve ser servido em temperatura ambiente, cortado em fatias finas como folha de papel. Idealmente usado como petisco.

Pesquisa sobre a Quantidade de Cerveja disponível no Supermercado

De acordo com pesquisa realizada dentre todas as filiais de uma mesma rede de supermercados de Cachoeira do Sul, constatou-se que as principais marcas de cerveja vendidas são:

1º Polar;
2º Skol e Kaiser empatadas;
3º Nova Schin e Antártica empatadas
4º Brahma
5º Devassa
6º Dado Bier
 
Devemos salientar que as filiais situadas em bairros de maior poder aquisitivo possuem uma variedade maior de marcas, mas que não atingiram nível para estatística da pesquisa.
Dentre as marcas encontrada nessa filial estão: Heineken, Summer, Sol, Boêmia, Serra Malte, Líder, Kronen Bier, Xingu, Sol e Caracu.
Inclusive algumas das sitadas em versões long neck e sem álcool.

4P’s Marketing


4P’s MKT
Produto – Preço – Promoção – Praça
Mix MKT
Produto
Preço
Promoção
Praça
Mercado-alvo

Sorvetes Kibon

Variedade:
11 variações do produto:
Receitas Caseiras, Clássicos, Copão, Cornetto, Fruttare,
Potes, Kids, Light, Magnum, Multipack, Momentos.
Para servir em casquinhas, taças ou como base de receitas, os sorvetes de massa Kibon são vendidos em potes de 5 litros. A embalagem permite bolear o sorvete com facilidade e armazenar eficientemente na conservadora.
Preço de lista:
Todos os produtos são tabelados, permanecendo o mesmo valor em todos os locais de venda.
Promoção vendas:
Brindes, viagens, outros, mediante embalagens.
Canais:
A Kibon, líder no mercado de sorvetes, atende a mais de 80.000 varejos em diversas cidades e municípios do território brasileiro. Esta rede de pontos-de-venda, dos mais diferentes tipos de canais e naturezas, é atendida por estrutura direta e indireta de vendas.

Qualidade:
A mesma qualidade dos produtos, a tradição em serviços e o reconhecimento da marca que tornaram a Kibon famosa para os consumidores conquista clientes que trabalham com o produto para preparo de milk shakes, sundaes, casquinhas, banana split, petit gateau, creme de papaya etc. Kibon é um certificado de qualidade para o estabelecimento, possibilitando o preparo de diversas receitas, desde as mais simples às mais sofisticadas.
Para auxiliar no preparo de receitas de acordo com o perfil do estabelecimento, a Kibon disponibiliza os serviços do CISC (Centro de Informações e Serviços ao Cliente). Nossa equipe de chefs de cozinha fornece suporte no desenvolvimento de receitas, treinamento profissional e esclarecimento de dúvidas, além de dicas que valorizam o sabor das sobremesas.
Descontos:
Produtos classe A e tabelados, investem em outros itens que agregam valor, sem gerar descontos nos produtos.

Propagandas:
Rádio, TV, mídias impressas, outras.
Cobertura:
-
Embalagem:
A Design Absoluto reformulou as embalagens do sorvete Fruttare, da Kibon, em um trabalho conquistado em processo de concorrência com outras duas agências. O objetivo do projeto era imprimir nos invólucros a verdadeira experiência com a fruta fresca, saudável e natural. As fotos, clicadas pelo Meca Stúdio, foram produzidas e adaptadas ao layout para transmitir o máximo de appetite appeal.
A REX Design desenvolveu o visual das embalagens dos novos sorvetes Magnum,
agora feitos com chocolate Belga. A Kibon aposta na novidade do ingrediente
como um de seus maiores lançamentos.
O layout, que traz formas, foi harmonizado com o posicionamento global da marca.
Para caracterizar o sorvete como ultra-premium, foram utilizados tons chocolate e
a cor dourada. “O tom dourado foi utilizado com elegância e economia para dar um ar
realmente sofisticado ao sorvete, evitando o exagero e, por tabela, a aparência vulgar.”